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Exposição do Acervo do Curro Velho fica aberta até 14 de dezembro

  • Publicado: Sexta, 23 de Novembro de 2018, 14h49
  • Última atualização em Sexta, 23 de Novembro de 2018, 15h11
  • Acessos: 468
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Você já imaginou brinquedos feitos a partir de papelão? Esculturas de casa em miriti? Brinquedos produzidos a partir de material reciclável?  Todas essas peças artísticas você pode encontrar ao visitar a exposição do Acervo das Oficinas Curro Velho, montada na Galeria Benedito Nunes, na sede da Fundação Cultural do Pará (FCP). A mostra segue aberta para visitação até o dia 14 de dezembro.

São mais de 150 peças entre pintura, cerâmica, fotografia, esculturas, brinquedos de papel marche, instrumentos musicais, tecelagem, entre outras. Segundo um dos responsáveis em apresentar a exposição ao público, José Santana de Carvalho, a Mostra possui peças que remetem a década de 90 e ainda hoje são contemporâneas. “Nas fotografias em preto e branco, ainda tem este olhar artístico e contemporâneo. As fotos produzidas em 1993 ainda são atuais que mostram pessoas, olhares e moradores da Vila da Barca”, pontua.

Para a presidente da Fundação Cultural do Pará, Dina Oliveira, a atual exposição é resultado de oficinas de arte e ofício que utilizam linguagem visual, verbal, cênica, música, gerando um significativo e diversificado acervo. “Na exposição você encontra os trabalhos produzidos em Belém e nos demais municípios paraenses que foram concebidos por alunos da escola pública e comunidade, em oficinas de fotografia, desenho, gravura, escultura, luteria, design, cestaria, entre outras”, detalha.

Curro Velho – As oficinas de arte e ofício do Curro Velho surgiram há 28 anos no antigo Curro Público de Belém. A instituição surgiu como um complemento da educação formal e era voltado para crianças e adolescentes que moram na Vila da Barca, como uma forma de mostrar e incentivar à iniciação artística e a geração de emprego e renda para a comunidade carente.

Hoje são ofertadas por mês mais de 100 oficinas nas mais diversas linguagens artísticas, que vão da música, desenho, animação, teatro, dança, cerâmica e uma infinidade de cursos que atendem jovens, crianças e adultos de todos os bairros de Belém.

Cada detalhe e resultado de oficina podem ser conhecidos durante a visita na exposição, instalada na Galeria Benedito Nunes, que fica aberta ao público até o dia 14 de dezembro, no horário de 9h as 18h, no subsolo do Centur. A Galeria foi inaugurada em maio de 2018 com a exposição sobre o Boi de Máscaras de São Caetano de Odivelas e é uma homenagem ao escritor e filósofo paraense, Benedito Nunes.

Você já imaginou brinquedos feitos a partir de papelão? Esculturas de casa em miriti? Brinquedos produzidos a partir de material reciclável?  Todas essas peças artísticas você pode encontrar ao visitar a exposição do Acervo das Oficinas Curro Velho, montada na Galeria Benedito Nunes, na sede da Fundação Cultural do Pará (FCP). A mostra segue aberta para visitação até o dia 14 de dezembro.

São mais de 150 peças entre pintura, cerâmica, fotografia, esculturas, brinquedos de papel marche, instrumentos musicais, tecelagem, entre outras. Segundo um dos responsáveis em apresentar a exposição ao público, José Santana de Carvalho, a Mostra possui peças que remetem a década de 90 e ainda hoje são contemporâneas. “Nas fotografias em preto e branco, ainda tem este olhar artístico e contemporâneo. As fotos produzidas em 1993 ainda são atuais que mostram pessoas, olhares e moradores da Vila da Barca”, pontua.

Para a presidente da Fundação Cultural do Pará, Dina Oliveira, a atual exposição é resultado de oficinas de arte e ofício que utilizam linguagem visual, verbal, cênica, música, gerando um significativo e diversificado acervo. “Na exposição você encontra os trabalhos produzidos em Belém e nos demais municípios paraenses que foram concebidos por alunos da escola pública e comunidade, em oficinas de fotografia, desenho, gravura, escultura, luteria, design, cestaria, entre outras”, detalha.

Curro Velho – As oficinas de arte e ofício do Curro Velho surgiram há 28 anos no antigo Curro Público de Belém. A instituição surgiu como um complemento da educação formal e era voltado para crianças e adolescentes que moram na Vila da Barca, como uma forma de mostrar e incentivar à iniciação artística e a geração de emprego e renda para a comunidade carente.

Hoje são ofertadas por mês mais de 100 oficinas nas mais diversas linguagens artísticas, que vão da música, desenho, animação, teatro, dança, cerâmica e uma infinidade de cursos que atendem jovens, crianças e adultos de todos os bairros de Belém.

Cada detalhe e resultado de oficina podem ser conhecidos durante a visita na exposição, instalada na Galeria Benedito Nunes, que fica aberta ao público até o dia 14 de dezembro, no horário de 9h as 18h, no subsolo do Centur.

A Galeria foi inaugurada em maio de 2018 com a exposição sobre o Boi de Máscaras de São Caetano de Odivelas e é uma homenagem ao escritor e filósofo paraense, Benedito Nunes.

Por Andreza Gomes

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