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Confecção de fantasias de Mestres-Salas e Portas-Bandeiras está em ritmo acelerado

  • Publicado: Quinta, 18 de Janeiro de 2018, 13h54
  • Última atualização em Sexta, 19 de Janeiro de 2018, 08h05
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A equipe de produção da Escola de Samba Crias do Curro Velho segue sua corrida contra o tempo na preparação para o desfile no Carnaval 2018, que será no dia 3 de fevereiro. Entre as produções, as fantasias de Mestres-Salas e Portas-Bandeiras estão se encaminhando para o acabamento final.

A função de Mestre-Sala e Porta-Bandeira tem grande importância em uma Escola de Samba. O casal é o responsável por conduzir e apresentar a bandeira da agremiação ao público durante o desfile.

Pensando nessa importância, a equipe de produção das Crias do Curro Velho trabalha para que os casais brilhem no desfile com belas fantasias. A produção já dura duas semanas e busca quebrar barreiras como o tempo e o uso de materiais simples.  

O responsável pela equipe de produção das fantasias de Mestres-Salas e Portas-Bandeiras, Bach Sampaio, afirma que a equipe está se esforçando com o uso de material guardado de anos anteriores e de doações. “Estamos correndo para terminar essas fantasias no prazo. O material que utilizamos vem de outros carnavais de doações de grandes fantasias, que são usadas no sudeste do país. Aqui conseguimos reaproveitar e transformar em duas, de acordo com os personagens”, afirma.

Criatividade e diversidade

O design das fantasias é feita por Raimundo Júnior, mas Bach Sampaio esclarece que o objetivo é chegar quase ao mesmo ponto desenhado previamente. “Não há necessidade de seguirmos fielmente o desenho dele. Trabalhamos com o que temos, então enxugamos ao máximo com o uso de cetim e outros materiais”, esclarece.

Bach Sampaio revela que duas Portas-Bandeiras já estão em fase de acabamento e a terceira começou a ser montada. “Teremos a representação da Indústria e Natureza, o Sol com a Lua, o Lagarto e a Borboleta. O primeiro Porta-Estandarte será um anjo e o segundo criaremos em cima do samba-enredo”, revela.

Ainda segundo o responsável, o quarto casal será dois ciganos personificados por deficientes, que irão puxar a ala de cadeirantes e especiais. “É preciso uma produção diferenciada, pois a bandeira já pesa um quilo e meio, mas o peso aumenta durante o percurso”, comenta. 

Voluntariado

A comunidade interessada pode participar na produção de forma voluntária. A bióloga, professora e pesquisadora da Universidade Federal do Pará (UFPA), Márcia Bezerra, de 45 anos, é uma das pessoas que trabalha como voluntária. “Comecei aqui com as oficinas, por amor ao artesanato e sendo uma forma de eliminar meu estresse da rotina diária. Fiquei feliz com o convite para ajudar no Carnaval. Vou amar ver as crianças desfilando”, afirma.

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