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Oficinas fecham programação do III Encontro de Bibliotecas Públicas

  • Publicado: Quinta, 07 de Dezembro de 2017, 08h58
  • Última atualização em Quinta, 07 de Dezembro de 2017, 09h00
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A professora Andrielle Batista veio de Marabá para participar do III Encontro de Bibliotecas Públicas e IV Encontro de Contadores de Histórias da Amazônia. Ontem, dia 6, a educadora optou participar da oficina “Ler e Contar, Contar e Ler”, ministrada pelo autor Francisco Gregório Filho, que integrou a programação de encerramento do encontro promovido pela Fundação Cultural do Pará (FCP).

Em Marabá, a professora trabalha atualmente em uma Sala de Leitura. Ela conta que a oportunidade de estar em um ambiente de contação de histórias a motivou a participar da atividade, e buscava estratégias para atrair ainda mais o público que atende. “É interessante como recebemos dicas de como contar uma história e de como prender a atenção. É muito importante essa troca de experiência”, comenta.

O objetivo da oficina era incentivar as pessoas para que leiam em voz alta e contem histórias como ferramenta da promoção da leitura. Segundo o ministrante Francisco Gregório, essa prática é uma boa estratégia de mediar a leitura, a relação do leitor com o livro e especialmente com a literatura. “É desenvolvida uma troca de experiências, vivências e práticas. São contadas histórias, exemplificando práticas narrativas, peças, obras, fragmentos de romances, mitos e lendas”, afirma.

Elaboração de Projetos Sociais e Culturais

Outros pontos discutidos nas oficinas estavam paralelos a temática de incentivo a leitura e oralidade. Foi o caso da oficina de Elaboração de Projetos Sociais e Culturais, ministrada pela técnica em Gestão Cultural da FCP, Neila Garcês, que trouxe a proposta de compartilhamento de informações acerca da idealização, gerenciamento e coletas de resultados de projetos.

Segundo ela, este trabalho desenvolvido pela Fundação Cultural do Pará desde 2015 vem qualificando profissionais que atuam em bibliotecas, em sala de leitura, em centros comunitários e em instituições privadas. “Os participantes são estimulados ao processo de elaboração de ações de intervenções sociais e culturais com o intuito de promoverem o desenvolvimento das suas regiões oriundas”, revela.

Neila ressalta ainda que a oficina atraiu um público de várias áreas de formação, focados no objetivo de conhecer mais sobre projetos e se tornarem agentes multiplicadores. “Inicialmente, o compartilhamento de conhecimento é através do diálogo, conforme a prática que temos na FCP. Posteriormente, eles são orientados acerca da elaboração do projeto e como captar recurso, inclusive a preparação do documento para ser encaminhado para o potencial patrocinador”, finaliza.

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