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Teatro Waldemar Henrique recebe o sarau “A Noite é Uma Palavra”

  • Publicado: Segunda, 21 de Outubro de 2013, 15h35
  • Última atualização em Sexta, 27 de Novembro de 2015, 14h30
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por ASCOM
O evento será nessa sexta(27) às 18:00.
O evento será nessa sexta(27) às 18:00.

A Fundação Cultural do Pará realiza nesta sexta-feira, 27, às 18h, no Teatro Experimental Waldemar Henrique, a 9ª edição do sarau poético e literário “A Noite é uma Palavra”. O evento tem em sua programação os poetas: Alfred Morais, Rui do Carmo, Clei Souza, Roberta Tavares e Juraci Siqueira. Todos devem trazer para o encontro poemas de sua autoria recém-produzidos para apreciação do público, composto principalmente por escritores, estudantes de letras e de escolas públicas.

No entanto, o projeto “A Noite é uma Palavra” vai além de um simples recital poético, permitindo uma aproximação do público com o artista de maneira bem mais prazerosa e estimulando a leitura e a escrita. O evento também deixa uma porta aberta para a música, que acompanha as leituras, e para quem desejar participar dele mostrando um poema de sua autoria. “É um estimulo maior para as pessoas, tornando os poemas e o público mais diverso”, declara Giselle Arouck, diretora de Leitura e Informação da FCP.

 

SERVIÇO:

“A Noite é uma Palavra”. Nesta sexta-feira, 27, às 18h, no Teatro Experimental Waldemar Henrique (Av. Presidente Vargas, 645, Campina). Aberto ao público. Mais informações: (91) 3202-4391. 

Entre os convidados, há poetas não só de Belém, mas de outras cidades paraenses, como Alfred’ Moraes, natural de Abaetetuba, ele é conhecido também como compositor e escritor. Em Belém, teve suas primeiras poesias publicadas no Jornal “O Liberal” na década de 1980, na coluna “Janela da Poesia”. Entre suas obras literárias encontram-se poemas e cordéis, publicados em antologias e em meios virtuais. “Toque de leve em minh’alma,/ Sem que o meu corpo perceba./ Talvez me livre do trauma/ Que me consome o sonhar”, é um de seus poemas, que circulam pelas redes. E há também Rui do Carmo, que ao lado de Alfred e outros poetas e escritores criou, em 2004, o Movimento Literário Extremo Norte, para promover o “resgate e a valorização da profissão na região”. Entre palavras e rimas de sua autoria, pode-se citar: “Quando lúcido, comprava quase tudo o que eu queria e sempre não tinha nada/ Hoje louco, o trabalho já não importa, o alimento é a vida/ Hoje louco, eu tenho todo o tempo do mundo para fazer”.

E há ainda Juraci Siqueira, natural do município de Afuá, aonde, ainda menino, descobriu a literatura através dos folhetos de cordel e que hoje pertence a várias entidades lítero-culturais, entre estas a União Brasileira de Trovadores, a Malta de Poetas Folhas & Ervas, a Academia Brasileira de Trova e o Centro Paraense de Estudos do Folclore. “Hoje,/ amanheci meio peixe,/ meio pássaro./ Estou aprendendo a nadar,/ tomando aulas de vôo/ e aprimorando o canto” – tal verso é um de seus mais conhecidos.

 

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