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FCP celebra 32 anos do Margarida Schivasappa em noite festiva

  • Publicado: Quinta, 14 de Março de 2019, 09h59
  • Última atualização em Quinta, 14 de Março de 2019, 09h59
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Nem mesmo a chuva fez com que o público deixasse de comparecer ao Teatro Margarida Schivasappa nesta quarta-feira (13). O tempo fechado ficou do lado de fora da Fundação Cultural do Pará, porque a celebração dos 32 anos do emblemático teatro promoveu uma calorosa troca de energia entre a plateia e os artistas convidados. O Governo do Estado, por meio da FCP, levou uma grande festa gratuita ao palco, que abraçou a produção audiovisual paraense e a música em uma bela noite popular. 

O curta-metragem “Allegro Pero No Mucho”, de Cássio Tavernard, foi quem abriu a programação de aniversário, logo após a palavra do presidente da FCP João Marques. O gestor ressalta a importância do Margarida como um palco representativo para a cultura do estado, e o porquê de incluir o filme na grade do evento. “(O Teatro) é algo que, simbolicamente, é muito importante para o segmento cultural como um todo, para quem faz a cultura no Pará. Pensamos a programação para mostrar que a nossa gestão possui um olhar abrangente e plural sobre a cultura, e quer a presença do artista conosco”, afirma. “Nesse sentido, nós buscamos conduzir a Fundação com uma agenda permanente”. A animação foi seguida pelo canto imponente de Mariza Black, figura conhecida pelas voz pesada e suas raízes no samba. “Estou lisonjeada. Ser uma das atrações da noite é um motivo de felicidade, principalmente por termos um cenário musical muito vasto e de qualidade. Recebi esse convite e estou muito feliz de cantar pra esse público em comemoração ao Teatro”, conta a cantora. Ela trouxe para a festa um repertório refinado de clássicos da música brasileira. 

Fechando os festejos, a Amazônia Jazz Band apresentou diversos sucessos em um set eclético, que abrangeu desde standards da música instrumental até sucessos pop – tudo com a cara jazzística de big band que consagrou o grupo. Sob o comando do maestro Nelson Neves, a banda tem estado cada vez mais próxima do Teatro, sobretudo desde que começou a ensaiar em uma das suas salas. “Já há algum tempo que eu almejava poder ensaiar aqui. Eu agradeço à nova administração, que nos recebeu de braços abertos. Nós somos muito gratos”, comenta o maestro, que também enfatiza a relevância do espaço para a arte no Pará. “Esse teatro é muito importante, não só pra nossa cidade como pro nosso estado. Nós respiramos arte e cultura, por isso precisamos de teatros, de locais que tragam peças, concertos. Precisamos alimentar nosso espírito, e esse teatro tem uma função fundamental”.

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