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Edição crítica de Batuque, de Bruno de Menezes, é lançada na Feira do Livro

  • Publicado: Quarta, 06 de Junho de 2018, 11h20
  • Última atualização em Quarta, 06 de Junho de 2018, 12h10
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A Fundação Cultural do Pará, na esteira dos diversos lançamentos e colóquios que está promovendo durante a 22a edição da Feira Pan-Amazônica do Livro, lançou na última terça, 5, no Ponto do Autor, a edição crítica da obra Batuque, do poeta paraense Bruno de Menezes, escrita pela Professora Rosa Assis.

Para Elaine Oliveira, coordenadora de Artes Literárias e de Expressão de Identidade da FCP, esse livro complementa os estudos da Professora Rosa, se seguindo às publicações sobre o poeta Dalcídio Jurandir. “Ela está estreando com Bruno de Menezes, é uma obra fundamental para os estudiosos da literatura amazônica e que tem o Bruno de Menezes, que estreia o modernismo com bailado lunar, como autor de estudos”, complementa Oliveira.

Já a Professora Rosa Assis, autora da publicação, explica que Dalcídio Jurandir sempre foi objeto de estudo seu, desde 1992, quando publicou seu primeiro trabalho, que foi o vocabulário de Dalcídio Jurandir, e a partir daí a mesma passou a se interessar sobre a maneira das obras dele. Fez a edição crítica do Chove nos Campos de Cachoeira e do Marajó. “Posteriormente, como eu trabalho com a elaboração de dicionários e glossários, eu fiz o glossário do Batuque, e depois de haver lido bastante a obra, eu resolvi fazer a edição crítica - também chamada de leitura genética - da obra”, explica, detalhadamente, a autora.

Lenora Menezes Brito, filha do poeta, explica que além de sua competência, a professora Rosa Assis é filha de um grande amigo de seu pai, e que em um de seus artigos, o pai da professora escreveu: “o Bruno vai ficar”, quase passando uma responsabilidade para a filha, “porque o Bruno ficou mesmo, e fica cada vez mais com esses estudos tão profundos que ela faz. Ela vai buscar na gênese da palavra a ideia e o contexto em que o poeta escreveu. É um obra muito rica, fico muito feliz como filha do poeta, que a obra do meu pai esteja sendo trabalhada desta maneira tão rica e tão delicada”, conclui Lenora.

A Fundação Cultural do Pará segue com uma programação na Feira Pan-Amazônica do Livro de lançamentos de livros com autores paraenses, bate papo e sessão de autógrafos.

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