Ir direto para menu de acessibilidade.


Página inicial > Notícias > Casa da Linguagem faz homenagem aos 91 anos de Max Martins
Início do conteúdo da página
Últimas notícias

Casa da Linguagem faz homenagem aos 91 anos de Max Martins

  • Publicado: Segunda, 19 de Junho de 2017, 10h04
  • Última atualização em Segunda, 19 de Junho de 2017, 10h04
  • Acessos: 497
imagem sem descrição.

A Fundação Cultural do Pará (FCP) promove nesta terça-feira, 20, o Recital “MAX, para sempre MAX” para homenagear o escritor e poeta paraense Max Martins, autor de obras como “Caminho de Marahu" (1983) e "Para ter onde ir" (1992), que faria 91 anos neste mês. O evento terá início às 18h, na Casa da Linguagem, com entrada franca.

A coordenadora de Arte Literária da FCP, Elaine Oliveira, informa que “o evento terá participações de amigos; admiradores; músicos como Cristóvão Moraes e Abel Oliveira; a professora Telma Monteiro; Nazaré Martins, filha do poeta Max Martins, e outros”. Ela acrescenta que “o recital vai ter fundo musical ao vivo e sorteios de livros do Max, doação da família e da coletânea ‘Para ter onde ir’”, informa.

Elaine Oliveira ressalta que, além das participações de amigos, haverá participação do grupo “Mãos dadas” da escola estadual Benjamin Constant. “Na homenagem tudo e todos estarão voltados para a poesia do, segundo Benedito Nunes 'poeta-camaleão' Max Martins, num ato de resistência contra um país sem memória, não apenas cultural”, completa a coordenadora. 

Max Martins nasceu em 20 de junho de 1926, em Belém do Pará, onde viveu e trabalhou, constituiu família e publicou toda sua obra literária. Foi diretor da Casa da Linguagem, de 1991 a 2002, espaço dedicado à promoção da leitura, da arte e literatura. Max faleceu em 9 de fevereiro de 2009, aos 82 anos. E  escreveu, dentre outras obras, O estranho (1952); H’era (1971); Caminho de Marahu (1983) e Para ter onde ir (1992).

Segundo a professora Telma Monteiro “Max Martins, juntamente com Maria Lúcia Medeiros, desenvolveu trabalhos de grande relevância para a formação de leitores e escritores em Belém”. Como diretor da Casa da Linguagem “ele era muito presente nas atividades da instituição, nos encerramentos das oficinas ele sempre ia de sala em sala e dava uma palavra de incentivo para os alunos”, lembra.

“Estamos ensaiando os alunos para apresentarem um poema longo dele em forma de jogral, vamos distribuir sonho de valsa para o público, que era uma paixão de Max Martins. Eu vou fazer apresentação e a costura entre os poetas e as leituras, vou colocar além das obras dele algumas obras de outros escritores que ele gostava”, adianta a professora Telma Monteiro.

A homenagem do grupo "Mãos Dadas" será com apresentação de poemas de vários livros de Max Martins. De acordo com a responsável pelo grupo, Salier Castro “a escolha partiu de algumas temáticas, como: o fazer poético, o tema da viagem, erotismo e outros”.

Sobre a homenagem Salier Castro acredita que “todo evento que promova a leitura entre os jovens é de suma importância”. Ela frisa que “este recital é ainda mais importante, por se tratar da divulgação da obra de Max Martins entre o público jovem, assim, outros jovens verão a participação do ‘Mãos Dadas’ e isso pode instigá-los a querer buscar outros poemas”.

Serviço:

Recital “MAX, para sempre MAX”

Sorteio de Livros do poeta

Casa da Linguagem, na Praça Max Martins

Terça-feira, 20, às 18h, entrada gratuita.

registrado em:
Fim do conteúdo da página