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Cada um vê o que conhece, de Mozileide Neri

Publicado: Terça, 10 de Dezembro de 2019, 11h51 | Última atualização em Terça, 07 de Janeiro de 2020, 08h18 | Acessos: 637

convitecadaumveoquemerece

Exposição "Cada um vê oque conhece"

Mozileide Neri

 

O projeto expositivo de Mozileide Neri é composto por duas linguagens bem específicas: literatura e artes plásticas. Uma série de pinturas criadas a partir de leituras de textos literários. Os fragmentos imagéticos estão abertos às variadas interpretações e leituras. Afinal, ler não é apenas decodificar ou decifrar um código, é interpretar, narrar, vivenciar, estabelecer um vínculo afetivo (ou não). Aqui cada um vê o que conhece ou lembra dos textos literários ou, simplesmente, estabelecem leituras a partir das imagens construídas. Os textos escolhidos foram As ruínas circulares de Jorge Luis Borges, O grou de Adrina Lisboa (pintura acessível que permite a experiência tátil de visitantes com e sem deficiência visual), O visitante de Lygia Fagundes Telles, O conto da ilha desconhecida de José Saramago, Senhora de José de Alencar, O menino que carregava água na peneira de Manoel de Barros, Morangos mofados de Caio Fernando Abreu, A senhora que era nossa de Marcelino Freire, Nos olhos do intruso de Rubens Figueiredo, Lúcia McCartney de Rubem Fonseca, Hora de Alimentar serpentes de Marina Colasanti, O vestido novo de Virginia woolf, Helena de Machado de Assis e Os desastres de Sofia de Clarice Lispector.

 

Sandro Ramos
Curador independente/RJ

 

 

 mozileide   expo   

esse3    exposição2019

 

SERVIÇO:

Exposição: Cada um vê o que conhece, de Mozileide Neri

Abertura: 05 de dezembro, às 19h

Visitação: 06 a 27 de dezembro de 2019, de seg a sex, das 09h às 19h

Local: Galeria Theodoro Braga, Térreo/Centur, Av. Gentil Bittencout, 650, Nazaré-Belém

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Adrina   Lisboa   (pintura              acessível               que              permite a

experiência tátil de visitantes com e sem deficiência

visual), O visitante de Lygia Fagundes Telles, O conto

da  ilha  desconhecida  de  José     Saramago,           Senhora     de

José  de  Alencar,  O  menino          que carregava água           na

peneira  de  Manoel  de  Barros,             Morangos     mofados             de

Caio  Fernando  Abreu,  A         senhora      que        era         nossa         de

Marcelino   Freire,   Nos  olhos                  do          intruso                  de         Rubens

Figueiredo,  Lúcia McCartney de Rubem Fonseca, Hora

de Alimentar serpentes de Marina Colasanti, O vestido

novo de Virginia woolf, Helena de Machado de Assis e

Os desastres de Sofia de Clarice Lispector.


Sandro Ramos

Curador independente/RJ

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