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Diálogos no Tempo, uma conversa de acervo

Publicado: Segunda, 18 de Março de 2019, 10h06 | Última atualização em Quarta, 17 de Abril de 2019, 10h45 | Acessos: 179

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Exposição Coletiva com: Carla Beltrão, Evna Moura, Glauce Santos, Guy Veloso, Habdaphai Alerte, Jeyson Martins, Júnior Tutya, Lúcia Gomes, Michel Pinho, Natan Garcia, Paula Giordano, Renata Aguiar, Ruma, Alexandre Dantas, P.P Condurú, Maurício Franco, Sérgio Neiva, Mestre Nato, Jean Ribeiro.

Diálogos no tempo – Exposição de Acervo

O acervo de um museu ou galeria coleciona recortes de tempo expressos em obras de arte. Bem compreendida, a obra de um artista corrobora a visão particular de uma vivência, de uma experiência e de uma construção simbólica que reafirma a função política e social da arte, haja vista todo objeto estético ser a tradução formal de um dínamo de forças que se entrecruzam, afetando-se mutuamente, gerando reverberações, novos afetos, dilatações e amplitudes.

Um espaço expositivo, portanto, é um espaço dialógico por latência e excelência, pois em sua curva máxima, articula narrativas imanentes a essas entidades semanticamente autônomas (as obras de arte) em contato com o devir fabulário de seus visitantes-passageiros, e em seu estado de aparente quietude (quando observamos uma expografia montada em uma sala onde não há público), podemos perceber que as obras seguem a conversar entre si, bastando para isso que qualquer olhar humano se deite sobre elas.

Desta forma, num colóquio inédito entre dois espaços expositivos (a Galeria Theodoro Braga, que completa 42 anos de história em março deste ano sendo a sala de arte contemporânea pública mais antiga da cidade, agora com seu espaço físico ampliado, e a Galeria Benedito Nunes, novíssima sala recém-inaugurada em 2018), a Fundação Cultural do Pará apresenta a exposição “Diálogos no tempo”, possibilitando conversas entre o acervo da GTB, construído ao longo de mais de quatro décadas, e obras mais recentes produzidas pelos mesmos artistas que compõem o acervo. A intenção é dar ao público pistas dos caminhos evolutivos particulares, em processos criativos, de artistas tão icônicos como Ruma e P.P. Condurú, quanto de jovens expressões das artes visuais que despontaram na cena contemporânea da cidade nos últimos anos, como Renata Aguiar e Melissa Barbery.

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SERVIÇO:

Exposição: Diálogos no Tempo, uma conversa de acervo

Abertura: 18 de março de 2019, às 19h.

Visitação: 18 de março a 26 de abril, de segunda a sexta, das 09h às 18h.

Local: Galeria Theodoro Braga, Térreo\Centur, Av Gentil Bittencourt, 650, Nazaré-Belém.

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