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GALERIA BENEDITO NUNES

Endereço:

Av. Gentil Bittencourt, 650 - Subsolo

 

Contato:

(91) 3202-4380 / ascom.centur@gmail.com

 

Horário de funcionamento:

8h às 18h de segunda a sexta

 


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Apresentação - Galeria Benedito Nunes

Apresentação

 

GALERIA BENEDITO NUNES

 

Inaugurada em 03 de maio de 2018, a Galeria Benedito Nunes integra o maior complexo cultural da cidade de Belém, a Fundação Cultural do Estado do Pará - FCP, conhecida como Centur. Com arquitetura diferenciada que possibilita a integração visual da área externa com a sala de exposições, o espaço possibilitará exposições da Cultura Popular Paraense, além das diversas linguagens artísticas contemporâneas. Recebe em sua primeira exposição a cultura popular de São Caetano de Odivelas, com a mostra "O Boi que Brinca, a mascarada de Saõ Caetano de Odivelas". “Boi que Brinca” - “O protagonismo do boi nas festas populares tem origem nos mitos de colheita ligados ao ciclo das estações, sendo sagrado no Egito e na Índia. Contudo, sua presença em contextos religiosos geralmente o conduz ao sacrifício – o que permanece como um traço reminiscente no enredo lendário de Catirina e Pai Francisco, presente em grande parte das manifestações brasileiras, onde o boi ainda precisa passar pelo ritual cristão de morte/ressurreição” A brincadeira de boi de máscara é a mais importante expressão popular do município de São Caetano de Odivelas, no nordeste paraense.

 

Sobre Benedito Nunes

Benedito José Viana da Costa Nunes (Belém21 de novembro de 1929 - Belém27 de fevereiro de 2011) foi um filósofoprofessorcrítico literário e escritor brasileiro. Foi um dos fundadores da Faculdade de Filosofia do Pará, depois incorporada à Universidade Federal do Pará (UFPA), e da Academia Brasileira de Filosofia. Ensinou literatura e filosofia em outras universidades do Brasil, da França e dos Estados Unidos. Escreveu artigos e ensaios para jornais e publicações locais, nacionais e internacionais. Aposentou-se como professor titular de Filosofia na UFPA, tendo recebido o título de Professor Emérito em 1998. No mesmo ano, foi um dos ganhadores do Prêmio Multicultural Estadão. Recebeu duas vezes o Prêmio Jabuti de Literatura: em 1987, pelo estudo da obra de Martin Heidegger que culminou em Passagem para o Poético, e em 2010 pela crítica literária A Clave do Poético. Também em 2010 foi agraciado com o Prêmio Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras pelo conjunto da obra.

 

 

 

 

 

 

 

Exposições

Exposição teste

26/10/2020 14h15

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