Ir direto para menu de acessibilidade.

Opções de acessibilidade



Início do conteúdo da página
Últimas notícias

Dia do Servidor Público: servidores comentam sobre a experiência de integrar a equipe da FCP

  • Publicado: Quarta, 28 de Outubro de 2020, 18h04
  • Última atualização em Quarta, 28 de Outubro de 2020, 18h04
  • Acessos: 159
imagem sem descrição.

Hoje, 28 de outubro, é a data em que se comemora o dia do servidor público. A escolha do dia se deve ao marco da promulgação da lei que regulamentou a profissão. Embora o decreto date de 1939, foi só em 1943 que o então presidente Getúlio Vargas determinou que se celebrasse anualmente esta carreira com um feriado. Desde então, se festeja o trabalhador que torna possível o funcionamento do Estado em todas as áreas, prestando o importante serviço de atender à população em suas mais variadas necessidades.

Na Fundação Cultural do Pará não é diferente: o corpo de servidores dedicados e competentes é o que permite que a FCP leve ao povo paraense a arte e a cultura como agentes transformadores da realidade. É assim que Francisco Aires Neto, psicólogo e técnico do órgão desde 2010, enxerga seu trabalho. “É uma experiência muito gratificante e também muito desafiadora, visto que nunca se tem uma rotina e, a cada momento, novos desafios surgem e as respostas tem que ser buscadas com rapidez”, analisa. “Em grande parte, meu trabalho só é de fato concretizado com eficiência por conta da equipe da instituição. Muitas ações de fato acontecem por articulação com outros servidores, que de forma multidisciplinar tem sempre a proatividade de buscar o melhor para o cidadão”.

Waldinei Sousa está na FCP desde que o órgão foi fundado, e atua como restaurador de livros na Biblioteca Pública Arthur Vianna. Para ele, é um privilégio seguir esta carreira, que foi a mesma de seu pai e seu avô. “Eu a desempenho no melhor lugar possível, que é a biblioteca pública do Estado, que faz parte da Fundação Cultural do Pará, e nela sou envolvido em tantas atividades com as quais posso contribuir”, orgulha-se. “Eu tenho crescido muito e isso é o de mais valioso que eu posso dizer em fazer parte da FCP: todo esse crescimento profissional e como ser humano foi esse trabalho que me deu”.

O presidente da Fundação João Marques reconhece e reafirma a importância da equipe técnica do órgão para o desenvolvimento de suas atividades. “A essência do serviço público está em sua própria denominação: é servir a sociedade com excelência, conhecimento e responsabilidade. A FCP é muito bem munida de servidores. Temos um corpo técnico apaixonado e extremamente profissional”, elogia. “Sem nossos servidores, a Fundação simplesmente não seria o que é. A gestão é grata a todo o trabalho árduo desenvolvido por nossa equipe, a fim de impactar positivamente a sociedade por meio da arte, da cultura e da educação”.

 

Confira abaixo o depoimento de alguns dos nossos servidores sobre a experiência de trabalhar na Fundação Cultural do Pará:

 

Maria Inês do Espírito Santo Fonseca - DART

Tenho 15 anos de Fundação. Sou assistente administrativa da Casa das Artes. A experiência de trabalhar na FCP é muito importante para mim, por ter aprendido muitas coisas ao longo desses anos. A vivência é muito boa, e está sempre melhorando com a interação com o público.

 

Waléria do Socorro Pimentel Dias - DART

Tenho 18 anos de FCP. Atualmente respondo pela coordenação operacional da Casa das Artes. É ótimo trabalhar aqui! Me sinto realizada com as atividades que desenvolvo, além de ser muito prazeroso e produtivo fazer o que você gosta.

 

Cristovam Gaia de Lima - DOCIA

Meu nome é Cristovam Gaia de Lima, eu sou auxiliar técnico na Fundação. Faço cerâmica, viajo pro interior, dou aula, faço várias coisas. Faço sacola, faço caixa… um pouco de cada coisa. Eu estou na Fundação desde o fim de 90. Eu já aprendi e ensinei muita coisa lá. São 30 anos… não me vejo em outro lugar. A Fundação pra mim significa muita coisa. Ser servidor público é pra quem gosta de verdade da profissão.

 

Ana Cláudia Pinheiro Gonzaga - DIC

Comecei na Fundação em 1987 e fiquei até 1998. Depois fui para a Secult e para o então IAP (hoje Casa das Artes, parte integrante da FCP). Voltei para cá em 2015. Trabalho na Diretoria de Interação Cultural. Atuo na elaboração de editais e acompanho as ações do programa TerPaz. Trabalhar na FCP é muito bom, porque acredito na construção coletiva - e aqui, os projetos são discutidos com a equipe. O espaço que abriga a Fundação dialoga com todas as vertentes culturais e isso também me encanta. Adoro a possibilidade de filmes excelentes e com preço justo, uma vasta biblioteca, o Teatro e as Praças, tudo para abrigar e servir à comunidade.

 

Edilberto Trindade de Souza - DAF

Sou assistente administrativo efetivo/concursado e exerço a função de gerente dos centros populares de cultura. Trabalho na FCP há 10 anos. Entrei em 2010, quando - depois de longas tentativas - fui aprovado em quatro concursos. Decidi por assumir o cargo nesta Fundação porque ela tem tudo a ver com minha outra profissão: sou músico, com muito orgulho. Hoje, apesar de não estar na área-fim, por trabalhar na Diretoria de Administração e Finanças desde que entrei, só de estar perto de tudo o que envolve a arte e cultura já me sinto bem.

 

José Júlio Silva Bezerra - DAF

Sou motorista e tenho nove anos de Fundação. Estou muito feliz nessa função. Agradeço muito por esta profissão.

 

Waldinei Romano de Sousa - DLI

Sou restaurador de livros e trato especificamente da área de preservação e conservação do acervo, atuando em frentes como consertar livros danificados, além de fazer a higienização para conservação desse material. Atualmente, tenho compartilhado esse conhecimento com a comunidade por meio das oficinas, sendo hoje o principal serviço que desenvolvemos no setor.

Sou servidor desde a fundação da Fundação. Entrei no serviço público do estado em 1985, na Biblioteca Pública Arthur Vianna, e em 1986 a Fundação (Centur) iniciou suas atividades. São 35 anos restaurando livros na BPAV; e 34 anos, o tempo de existência da FCP, é o tempo que já estou lá. Eu considero um privilégio poder trabalhar na FCP porque a minha profissão é de família. Eu a herdei do meu pai, que já havia herdado do meu avô. Então eu a desempenho no melhor lugar possível, que é a biblioteca pública do Estado, que faz parte da Fundação Cultural do Pará, e nela sou envolvido em tantas atividades com as quais posso contribuir. Eu tenho crescido muito e isso é o de mais valioso que eu posso dizer em fazer parte da FCP: todo esse crescimento profissional e como ser humano que esse trabalho me deu, e as oportunidades que a FCP me ofereceu em todos esses anos me trouxeram até aqui. São 35 anos de experiência dentro dessa casa, toda a minha experiência profissional foi dentro da Fundação, em atividades internas e externas, próximo o público, então pra mim significa muito e eu digo que aqui é a minha casa.

A Fundação tem servido pra isso. Com as pessoas que tenho contato, representando a instituição, eu também as ajudo a se sentirem em casa e encontrar na Fundação o ambiente necessário para que possamos viver um pouco melhor, pra se realizar em vários sentidos.

 

Francisco Aires Neto - DOCIA

Ocupo o cargo denominado “Técnico em Administração e Finanças - Psicologia”. Iniciei na antiga Fundação Curro Velho em 2010, que em 2015 foi integrada a outras duas Instituições do Estado e veio a ser parte integrante da Fundação Cultural do Pará. Atuo no apoio às ações das diversas diretorias em minha área de competência, muitas delas de modo interdisciplinar com os mais diversos servidores das áreas, cada um na sua competência. Trabalhamos todos em equipe em prol do cidadão. Entre outras funções, realizo acompanhamento de alunos, incluindo os com necessidade especial, nas oficinas regulares do Curro Velho e Casa da Linguagem; também acompanho cumpridores de medida alternativa enviados pelo TJPA nas Oficinas Curro Velho; realizo escutas de apoio psicológico a alunos, pais e familiares e, em algumas situações, até comunitários e servidores (neste caso é apenas um suporte inicial para encaminhamento para a rede de saúde/assistência); articulo, neste trabalho em rede, com diversas Instituições: CAPS's, Conselhos Tutelares, Abrigo Calabriano, TJPA, entre outros, de modo a prestar um serviço articulado com outros serviços apoiando nas ações da FCP junto ao Estado na promoção de políticas públicas nas áreas de educação, saúde, inclusão, cidadania; dou eventualmente palestras nos espaços como biblioteca e Curro Velho para o corpo técnico da FCP e público em geral; além de serviços diversos de acordo com a solicitação de cada Diretoria ou Gerência.

A experiência é gratificante e também muito desafiadora, haja visto que nunca se tem uma rotina e, a cada momento, novos desafios surgem e as respostas tem que ser buscadas com eficiência e rapidez. Há muitas frentes de trabalho para a Psicologia na FCP e em grande parte meu trabalho só é de fato concretizado com eficiência por conta da equipe da Instituição. Muitas ações de fato acontecem por articulação com outros servidores, que de forma multidisciplinar tem sempre a proatividade de buscar o melhor para o cidadão, aí as coisas funcionam. A FCP tem uma excelente equipe de servidores em suas mais diversas áreas.

Trabalhar na FCP significa a possibilidade de dar um retorno a sociedade, ao cidadão, do que de alguma forma recebi. Excetuando minha graduação, sempre estudei em escola pública, e tive a felicidade de me formar numa área que gosto muito. Mais felicidade ainda tive quando, de outros concursos que fui aprovado, consegui ser nomeado no Curro Velho, um espaço ímpar em sua ação. Esta parte integrante da FCP, que já foi uma Fundação separada, tem uma ação muito humanizada na área de arte, educação e cultura com crianças, adolescentes, idosos, enfim, com pessoas, cidadãos, dos mais diversos tipos e idades e tudo isso tem muita relação com a psicologia. Quando houve a fusão em 2015, descobri na Antiga Tancredo Neves outro universo não menos importante, cinema, biblioteca, o braile, obras raras, etc... Esta Instituição tem grande importância nas políticas públicas do Estado, pois mesmo não sendo sua finalística acaba, por meio da arte e cultura, auxiliando na educação, saúde, cidadania e outras áreas. É realmente um grande prazer poder exercer minha profissão neste lugar e principalmente ao lado de meus colegas servidores, que tem todos uma grande responsabilidade social com a arte, educação e cultura de nossos cidadãos.

registrado em:
Fim do conteúdo da página