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Alunos de Oficina de Desenho visitam Galeria Benedito Nunes no Centur

  • Publicado: Sexta, 11 de Maio de 2018, 15h11
  • Última atualização em Sexta, 11 de Maio de 2018, 15h11
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Alunos da oficina de Desenho de Lápis de Cor Aquarelável, do Curro Velho, visitaram nesta sexta-feira (11), a Galeria Benedito Nunes, do Centur. A visita fez parte da didática da oficina, que usou a exposição “O Boi que brinca: a mascarada de São Caetano de Odivelas” como inspiração para os desenhos. Duas turmas participaram da visita.

O instrutor da oficina, Gilvan Tavares explica que sempre utiliza uma temática com seus alunos. “Todas as oficinas que ministro sugiro um tema. Como essa exposição foi recém-inaugurada, associei a temática do folclore à visitação”, contou. Para ele, sair da sala de aula e visitar outros espaços é uma atitude indispensável para trabalhar a sensibilidade dos alunos. “É necessário para se ter essa percepção de espaço e familiaridade com as obras, principalmente”, disse.

Composto por pessoas de todas as idades a partir de 12 anos, o grupo ficou bem diversificado. “Temos adolescentes, senhoras da melhor idade, assim como pessoas especiais atendidos pelo Caps (Centros de Atenção Psicossocial)”, explica.

Um dos diferenciais da oficina, segundo Gilvan, é a troca de experiências. “Essa interação é ótima. Tenho 68 anos, mas na oficina tem meninos de 12 anos, então estabelecemos uma troca, da mesma forma que passo conhecimento para eles, aprendo também”, opinou um dos participantes da oficina, o professor de História Aposentado, Claudio Nunes. Ele conta que procurou o curso como uma ocupação, após a aposentadoria. “Procuro ocupar meu tempo. Sempre gostei de desenho e pintura e, para isso, não tem nada melhor do que participar dessas atividades do Curro Velho”, afirmou.

Outra aspirante a desenhista é Maria das Graças Farias, funcionária Pública de 62 anos. Ela aproveitou a visita à galeria para aprender mais. “Vir para cá e ver, ao vivo, o trabalho de outros artistas é uma experiência maravilhosa estar aqui vendo e ouvindo a arte de São Caetano de Odivelas”, disse. Ela aproveitou para ressaltar a importância de atividades como essa para jovens e para o público em geral. “Mais pessoas devem saber dessas oficinas promovidas pelo Curro Velho, até porque é uma forma de retirar essas crianças da rua, uma atividade que a juventude está precisando”, afirmou.

A funcionária pública contou que sua relação com o desenho começou no Curro Velho, apesar de sempre ter interesse no assunto. “Sempre tive vontade, mas não tinha adentrado, só agora aos 60 e pouco, que comecei a sentir a necessidade e em 2015 comecei”, relembra.

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